3 de fev. de 2011


Galera, eu já havia informado que uma nova turma da capacitação em projetos culturais da Fundação Getúlio Vargas e Ministério da Cultura.
Estou na terceira etapa da primeira turma e recomendo. Meu universo cresceu bastante com este curso. Detalhe a presencial desta turma, no RN será em Natal. Não tem desculpa para ficar de fora. É gratis.

Link: CLIQUE AQUI
 
vamos multiplicar isto e convidar mais amigos, afinal conhecimento é para ser multiplicado

2 de fev. de 2011

Margareth Menezes - Côco do M



— Papai, hoje eu coloquei dinamite debaixo da cadeira da professora!
— Seu desgraçado! Vai já para a escola e peça desculpas a sua professora!
— Escola? Que escola?

29 de jan. de 2011

Legião Urbana - Perfeição



A Grande Cavalgada

Num certo dia um paciente de um hospital psiquiátrico bate à porta do diretor do hospital.
- Como vai, doutor? Posso entrar?
- Claro que sim. O que você deseja?
- Bem, doutor. Eu quero lhe dar um presente.
- Um presente? Mas que presente?
- É um livro. O nome dele é A GRANDE CAVALGADA.
- Muito interessante. Mas quem é o autor?
- Sou eu, doutor.
- Você? Mas como foi isso?
- Estou internado aqui há muitos anos e tive bastante tempo para escrevê-lo.
- Estou muito impressionado. Se você foi capaz de escrever um livro, é porque já está curado. Vou assinar a sua alta imediatamente.
E o autor do livro foi embora feliz da vida.
Mais tarde o diretor do hospital iniciou a leitura do livro:
Pocotó. Pocotó. Pocotó. Pocotó. Pocotó. Pocotó. Pocotó. Pocotó. Pocotó. Pocotó. Pocotó. Pocotó. Pocotó. Pocotó. Pocotó. Pocotó. Pocotó. Pocotó. Pocotó. Pocotó. Pocotó. Pocotó. Pocotó. Pocotó. Pocotó. Pocotó. Pocotó. Pocotó. Pocotó. Pocotó. Pocotó. Pocotó. Pocotó. Pocotó. Pocotó. Pocotó. Pocotó. Pocotó. Pocotó. Pocotó. Pocotó. Pocotó. Pocotó. Pocotó. Pocotó. Pocotó. Pocotó. Pocotó. Pocotó. Pocotó. Pocotó. Pocotó. Pocotó. Pocotó. Pocotó. Pocotó. Pocotó. Pocotó. Pocotó. Pocotó. Pocotó. Pocotó. Pocotó. Pocotó. Pocotó. Pocotó. Pocotó. Pocotó. Pocotó. Pocotó.

Repetindo o Tratamento

Psiquiatra para o paciente bebum:
- O senhor vai parar de beber cerveja. Durante um ano, só vai beber leite.
- Outra vez, doutor?!
- O quê? O senhor já fez esse tratamento?
- Já. Durante o primeiro ano da minha vida.



Você tem um bom repertório de cantadas?



Tenho um amigo, que jurou que as cantadas dele fazem sucesso com a mulherada… sinceramente tenho as minhas dúvidas… porém, se existe a chance de ser uma receita milagrosa, tenho a obrigação de postar para vocês!
Aproveitem e se arrisquem por conta própria!

- Seu pai é um pirata?
- Não, por quê?
- Porque você é um tesouro!

- Você gosta de estrelas?
- Sim.
- Conheço um motel que tem 5!

- Seu nome é Tamara?
- Não, por quê?
- Porque você TAMARAvilhosa!

- Hoje é seu aniversário?
- Não, por quê?
- Porque você está de Parabéns!

- Você vai de ônibus?
- Não, por quê?
- Está no ponto heim

- Você trabalha no google?
- Não, por quê?
- Tudo o que procuro encontro em você!

- Está sentindo um cheiro de tinta?
- Não, por quê?
- Porque está pintando um clima

- Você vai dormir aqui hoje?
- Não, por quê?
- E esse cochão?

- Vc tem bala?
- Não, por quê?
- Como que um canhão desse anda desarmado?

- Seu pai é pedreiro?
- Não, por quê?
- Que obra heim!

- Seu pai é advogado?
- Não, por quê?
- Porque ele fez direito heim!

- Você tem colher?
- Não, por quê?
- Porque eu tô te dando sopa!

- Seu pai é dono da Fiat?
- Não, por quê?
- Ah! Porque você faz o meu "stilo"!

- Nossa como você é linda!
- Pena que não posso dizer o mesmo!
- Ah, então faz que nem eu, MENTE.

- Seu pai é borracheiro?
- Não, por quê?
- Porque você é uma "graxinha"!

- Pode me informar um caminho?
- Pra onde?
- Para o seu coração

- Tu tens fogo?
- Sim, por quê?
- Então cospe DRAGÃO!

Canninga Adiverte: algumas cantadas podem causar dores musculares, contusões e ematomas (inclusive nas áreas genitais), portanto as utilizem com moderação!

TPM, você sabeo que significa?


Segundo o blog uma pesquisa importantíssima para a humanidade cheguei a uma conclusão que a abominável e terrível TPM pode ser resumida em frases com apenas 3 palavras:
-Todos os Problemas Misturados
-Tendência a Pontapés e Murros
-Temporada Proibida para Machos
-Toda Paixão Morre
-Tocou, Perguntou, Morreu
-Tire a Porra da Mão
-Tente no Próximo Mês
-Tempo Para Meditação
-Totalmente Pirada e Maluca
-Tendência Para Matar
-Tenha Paciência Meu
-To Puta Mesmo

Quem tiver mais opções poste nos comentários que vou acrescentando:

26 de jan. de 2011

O luxo do lixo

Quadro de Vik Muniz leiloado pela casa londrina Phillips de Cury por R$ 74 mil, em 2009, no qual retrata o presidente da Associação dos Catadores do Aterro Sanitário de Jardim Gramacho, no Rio de Janeiro. A obra é mostrada durante sua execução e seu leilão no documentário "Lixo Extraordinário", que concorre ao Oscar deste ano.

Só quem conta os dias...

Feijoada das Kengas




Tenho Senhas para vender
é só me ligar:
8736 9632 oi
8862 0727 claro

PROSA & VERSO


Espectador do ‘Canal Futura’ sem perder o passado de vista
Lutei durante quase dois anos por um pacote de convênios e repasses federais para a cultura do Rio Grande do Norte.
Pouca coisa se concretizou por força do emperramento da burocracia. Mas não foi tão pouco assim, pois bastaria falar da legalização dos convênios de 53 Pontos de Cultura, dos quais 30 ficaram com sua primeira parcela paga, falar de 105 microprojetos em mais de sessenta municípios, do Festival Agosto Teatro, de quase 30 bibliotecas públicas municipais implantadas, de 25 Cinemas Mais Cultura para não se ficar falando que nada foi feito ou que há um marasmo cultural no Estado. Até porque a cultura existe independente do Estado, visto que qualquer especialista em cultura está a afirmar que quem faz cultura não é o Estado, mas a sociedade civil organizada, cabendo ao Estado, o papel de apoiador, sem interferir, sem impor, sem direcionar, sem explorar politicamente.
A professora Isaura Amélia de Souza Rosado, depois de aboletada num cargo ainda não totalmente legalizado e forjado numa engenharia estranha, que criou uma Secretaria Extraordinária de Cultura, para, desabridamente burlar a lei do nepotismo vive a destilar ódio. Acessa diariamente a imprensa contra mim e meus companheiros de gestão da Fundação José Augusto, no período que vai de 7 de fevereiro de 2007 a 31 de dezembro de 2010.
Esquece a professora Isaura Amélia que antes de mim estava ela na direção da Fundação José Augusto e que da sua gestão restou um verdadeiro caos, algo que fez mais estragos do ponto de vista institucional que o próprio Foliaduto. Mesmo assim, limitei-me a elaborar um relatório de mais de cem páginas sobre os descalabros e enviar à governadora através de um dos seus assessores mais discretos e qualificados e destinar o mesmo relatório aos dirigentes do PT, partido que estava me indicando. Comentei os problemas internamente, e, em nome da minha obrigação de olhar para frente, de trabalhar e de não jogar a imagem da Fundação José Augusto no esgoto mais do que já se encontrava, nunca fui à imprensa detonar a gestão dela nem a de François Silvestre, a quem, por sinal, só dirigi e continuo dirigindo elogios. E se fiz alguns comentários foi em reuniões internas, pois precisava diagnosticar os problemas e cientificar a equipe para receitar os remédios possíveis para a cura da estafa que tinha deixado a Fundação exaurida, ou, por que não dizer, "isaurida".
Os motivos pelos quais autorizei o Ministério da Cultura a anular os convênios estão mais que explicados. E também já expliquei a busca inglória de diálogo com a equipe da governadora eleita, antes da minha saída. Mandei recados por muitos amigos comuns e pela imprensa.
Busquei audiência com a Comissão de Transição através da coordenação dos Pontos de Cultura, inclusive, porque estaria vindo e veio, de Brasília, a doutora Eliete, coordenadora do Programa Cultura Viva que financia os Pontos de Cultura. 
Os esforços para que fôssemos recebidos pela Comissão de Transição resultaram sem resposta, mesmo que os coordenadores tenham tido mais de um contato com a secretária do dr. Paulo Davim que fazia parte da dita comissão. Mandei, através de uma comissão de artistas que estava buscando diálogo com a governadora Rosalba Ciarlini e que chegou a conversar com a sua irmã Ruth Ciarlini, um relato de todas as ações da nossa gestão e o estágio em que se encontrava cada convênio, inclusive valores e o meu temor de que - pelo fato do governo Iberê não ter dinheiro para as contrapartidas, o que, aliás nos tinha sido prometido até o limite da força da verdade dos cofres esvaziados - tivéssemos os convênios sustados. 
Continuemos nas Notas Curtas.


Compromisso
Em todos os recados coloquei-me à disposição da governadora e de quem ela indicasse para ir a Brasília comigo para tentar salvar os convênios mediante um compromisso da nova gestão de que ela, já eleita, iria garantir os recursos, como aquele que Lula, Ciro Gomes, Garotinho e José Serra, ainda candidatos, assinaram com o FMI no final de 2002. Nem eu, nem o governador Iberê Ferreira de Souza poderíamos assinar compromissos financeiros para 2011. E se os convênios continuassem vigentes, na virada de 2010 tornariam o Estado do Rio Grande do Norte inadimplente, obrigando o novo governo a devolver o dinheiro federal e o valor da contrapartida estadual corrigidos. A professora Isaura sabe do que está falando, pois comenta-se que a Fapern, por onde ela também deixou seu rastro, tem compromissos da ordem de 22 milhões a saldar por não ter tido estes cuidados...

Sem querer conversa
Depois de definida como secretária extraordinária da Cultura, Isaura fez reunião no Teatro Alberto Maranhão, ligou para vários funcionários da Fundação fazendo interrogatórios, chamou servidores em seu apartamento e nunca se dignou a me procurar, mesmo sabendo que todas as vezes que me havia acessado tinha sido muito bem atendida, como nas várias vezes que solicitou o Teatro Alberto Maranhão, o Teatro de Cultura Popular, o Palácio da Cultura e as Casas de Cultura para eventos, quando pediu cessão de servidores e quando pediu autorização para publicar os livros com os vários "bons dias" que realizou quando na Fundação, livros estes que me enviou depois dizendo, deselegantemente, que estavam à venda nas livrarias...

Um gesto civilizado
E olha que, apesar de toda a sua perseguição dentro e fora do governo Wilma, onde ela ficou o limite do fora do sério nunca nos tornamos inimigos pessoais. De modo que esperei uma ligação sua, um gesto civilizado, como o que testemunhei do professor Luís Eduardo Carneiro ligando para Gersino Maia marcando uma reunião sobre a Sethas, mas nunca recebi. Portanto, está bom de Isaura parar de baixaria e começar a honrar o cargo pomposo para ela inventado e o sobrenome nobiliárquico que exibe com tanta empáfia.

Cutucando...
Seria de bom alvitre que a professora Isaura Amélia descesse do palanque, pois eu não quero elevar o tom desta discussão, o que, com certeza não seria muito bom para sua saúde... 
Tenho feito o possível para dar-lhe o benefício dos cem dias de trégua, mas ela insiste em provocar, em cutucar... 

Conselho
Parece que não ouviu o conselho do ministro Garibaldi Alves à sua cunhada governadora de que parasse de olhar para trás e começasse a dar respostas aos problemas do Estado que hoje governa por força do voto popular, em vez de ficar culpando Iberê Ferreira e Wilma de Faria pelos problemas do passado e os do presente.

O tom
O livro que vou escrever sobre a experiência de quatro anos à frente da cultura tem muito o que dizer e deverá ter muito mais, a depender do tom das provocações.

Culpas e cobranças
Por enquanto, estou recomeçando a luta pela sobrevivência e cuidando da minha vida pessoal e familiar, rejeitando todas as perspectivas de vir a assumir cargos públicos. Mas também sou um atento espectador do "Canal Futura"... E está muito próximo o tempo em que Isaura e Rosalba deixarão de cobrar e culpar e passarão a ser cobradas e culpadas pelo que não for feito ou estiver sendo feito de maneira errada.

Se essa rua... fosse um palco

Sara Vasconcelos - repórter


A rua como palco. O chapéu como bilheteria. A arte em seu estado mais democrático e acessível. Estes são os elementos básicos da chamada arte de rua, que aos poucos vem perdendo espaço nas vias da cidade.  Artistas como o “Prateado” do calçadão da rua João Pessoa, no Centro, grupos de teatro mambembe, emboladores e cordelistas que dividem a calçada e atenção do público, ou os que  enriquecem a diversidade das feiras livres com seus cantos, contos e risos,  aos poucos, são obrigados a se recolher e sair de cena. Em alguns casos, seguir para outras cidades. 

Foto: Júnior santos
Artista ambulante já não pode mais parar na praça e fazer sua apresentação.
 A nova norma exige autorização para isso

O motivo alegado pela classe artística seria uma determinação da Prefeitura de Natal, que desde 2009, vem limitando o uso dos equipamentos públicos. A interpretação da norma administrativa da Secretaria Municipal de de Serviços Urbanos (Semsur) que fiscaliza a ocupação e trânsito de pessoas em  praças, feiras livres, cruzamentos e outros logradouros tem cerceado  o contato direto do artista com o público e a sensação de liberdade, uma vez que condiciona a  a apresentação neste pontos a  documentos de autorização previa.

“Com isso o artista perde o palco que é a praça. Autorização pra atuar? Que direito a Prefeitura tem de proibir o artista se manifestar?”, questiona o Lenilton Lima, produtor cultural e coordenador da antiga República das Artes, que reúne onze grupos culturais.

Os direitos culturais são parte integrante dos direitos humanos. Estão indicados no artigo 27 da Declaração Universal dos Direitos Humanos (1948), e nos artigos 13 e 15 do Pacto Internacional dos Direitos Econômicos, Sociais e Culturais (1966). Mas parecem ser ignorados por gestores públicos, observa o produtor.

O processo de revitalização das feiras públicas, ao contrário do esperado, não devolveu a arte e a cultura aos logradouros – pontos autênticos  de manifestação popular. Ano passado, lembra Lima, o grupo que há décadas se apresenta na feira livre do Alecrim, zona Leste da cidade, foi proibida, devido a burocracia, de comemorar o aniversário do bairro. “A vigilância dos fiscais da Semsur demonstra o tratamento dispensado aos artistas. Trabalhamos com medo de violência contra os equipamentos e contra nós”, diz Lima, em referência às notificações aos que se apresentam nos mercados a céu aberto. 

No mesmo ano,  artistas argentinos, oriundos de Rosário, província de Santa Fé, na Argentina, que percorriam cidades brasileiras apresentando sua música foram impedidos de realizar seu espetáculo na feira das Rocas. Natal seria a apresentação de número 200 em solo brasileiro. A repressão, embora pacífica, motivou o “Ninguém me cala”, movimento da ala artística potiguar contrário a intervenção da Secretaria, à época.

Renata Marques, produtora cultural do Circo Tropa Trupe, conta que para viabilizar  espetáculo de um grupo de rua gaúcho foi preciso recolher não só a assinatura na Semsu, como também junto à Capitania das Artes, Corpo de Bombeiros, Polícia Militar e Samu. Uma burocracia desnecessária, segundo ela, para aglomerações que reuniram até 200 pessoas. “Cria-se um problema com isso. Afasta-se cada vez mais o artista do público. A arte precisa está principalmente nas ruas para ser vivida. A rua é o palco mais popular”. 

As regras não se limitam a capital. Em outras cidades do estado e do país, a ordenação dos espaços públicos tem causado prejuízos a categoria. “Pedir a autorização não existe”, reforça o coro a integrante do grupo Pessoal do Tarará, de Mossoró, Ludmilla Albuquerque, que já foi vítima da força da polícia para inibir um espetáculo há alguns anos em praça pública daquela cidade. A medida foge à lei e fere os princípios constitucionais, segundo a artista.  

Segundo ela, é necessário que as leis levem em consideração as diversas formas não só de  trabalho, mas de arte. Em locais que comprometam a circulação de pessoa, causem tumulto ou propiciem baderna a regulação não só é necessária, quanto bem-vinda.

Norma inibe a arte mambembe

Ao contrário do que se pensa, os cuidados não são dispensados a shows maiores. A performance de estátuas vivas, artistas que ficam paralisados para atrair a atenção do público, também necessita do aval da prefeitura, adverte o diretor de Fiscalização da Semsur, Antoniel Emiliano Carneiro.

O diretor informa não se tratar de decreto ou lei municipal, mas normativa da secretaria para organizar os espaços de modo a beneficiar o trabalho de comerciantes, artistas, moradores e garantir a livre circulação de pessoas. Para isso, é necessário procurar a secretaria e informar local, horário e tipo de manifestação. A permissão é dada   em consentimento com os empresário, comerciantes e moradores do local, no intuito de evitar prejuízos. Em locais de maior trânsito de pedestre, como o calçadão da João Pessoa, esclarece o diretor, é indicado outras alternativas como a Praça Presidente Kennedy. “Em caso de fiscalização, o artista pode ser abordado e notificado da necessidade de permissão. Nunca retirado do local ou ter o trabalho interrompido”, conclui Antoniel Carneiro.

24 de jan. de 2011

Uma borboletinha mecontou que ninguém tá satisfeito com a mica

 

Vamos dar boas vindas à Maria Alice

VAIDADE MATA !!!

Uma mulher foi levada às pressas para o CTI de um hospital.
Lá chegando , teve a chamada “quase morte” , que é uma situação pré-coma , e neste estado , encontrou-se com a morte:
- Que é isso? - perguntou - Eu morri?
- Não , pelos meus cálculos , você morrerá daqui a 43 anos , 8 meses , 9 dias e 16 horas.
Ao voltar a si , refletindo o quanto tempo ainda tinha de vida , resolveu ficar ali mesmo naquele hospital e fez:
uma lipospiração, uma plástica de restauração dos seios, plástica no rosto, correção no nariz, na barriga, tirou todos os excessos, as ruguinhas e tudo mais que podia mexer para ficar linda e jovial.
Após alguns dias de sua alta médica , ao atravessar a rua , veio um veículo em alta velocidade e a atropelou , matando-a na hora.
Ao encontrar-se de novo com a morte, ela perguntou toda irritada:

- Puxa, você me disse que eu tinha mais 43 anos de vida!
Por que eu morri depois de toda aquela despesa com cirurgias plásticas!!???

A morte aproximou-se bem dela, olhando-a diretamente nos olhos e respondeu:

- CRIATUUUUUUURA DO CÉU, EU NÃO TE RECONHECI!!!!! 

21 de jan. de 2011

Forró nas Feiras

19 de jan. de 2011

Michelle é bafon


Fiquei sabendo de um babado da corte americana daqueles que eu fiquei passado a ferro black an decker. 
O casal Obama saiu para jantar num restaurante discreto, ao chegar lá e o proprietário ao ver a MIchelle, foi cumprimentá-la pois os dois haviam estudado na época do ginásio. O proprietáio ao sair, Barack fez o comentário seguinte a Michelle:

- Se você tivesse casado com ele, hoje você seria dona esposa de um um dono de restaurante.

Michelle respondeu:

- Não. Se eu tivesse casado com ele, ele hoje seria presidente dos EUA!!!

Ela é BABADO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

kengas 2011