25 de mar. de 2015
25 de dez. de 2014
9 de jun. de 2014
Fim de um belo Ciclo
Quando eu
aceitei o desafio de retornar a Fundação José Augusto/SECULTRN tinha em mim a
necessidade de provar para o mundo que eu tenho competência, compromisso com o
que faço, ética e amor a tudo que eu me dedico a fazer. Havia também
necessidade financeira, já que o preconceito político nesse nosso estado
provinciano faz com que as oportunidades nos afaste do que merecemos muitas
vezes. Passei um ano e meio sem fazer nenhum trabalho que me desse condições de
dignidade. Mas eu sempre estive com os meus princípios e valores e estes,
carrego comigo onde quer que vá. Por isso fui convidado a fazer parte deste
novo tempo na FJA.
Consegui graças
a este tempo de dedicação e devoção para esta instituição que me fez mais
humano e tendo a dimensão do que eu sou capaz. Lá tenho amigos que carrego
comigo, e muitos nem tão amigos assim, porém, fundamentais em minha formação.
Aqui fica o meu abraço e todo o meu carinho, tem também uma gama que me ensina
no cotidiano como não devemos ser de forma alguma. Esta sim para mim é maior
lição.
Preciso e
tenho o dever de falar de uma pessoa em especial. Esta que é o maior enigma da
minha vida. Ela é um misto de tudo que o ser humano precisa para compreender a
vida e ser bem sucedido nela. Isaura, a quem todos a chama de Professora, esta
mulher tem o dom do ensinamento. Ela ensina coisas do tipo: vencer-mos-nos diante os
desafios que são dados e preferencialmente se eles nunca forem poucos. Ser capaz
a cada instante. Está certo de que tudo é possível. Não foi fácil. Estes
ensinamentos não se aprendem do dia pra noite e a academia também não
disponibiliza destas disciplinas. Só a vida ou Isaura Amélia Rosado. A senhora
é professora da vida.
Tenho muito
orgulho de ter sido e permitido ser livre em ocupar um cargo de confiança e
poder ser um importante canal do seguimento do qual eu represento que é extremamente
complexo e que precisa de pessoas pacientes o suficiente para dar o devido
olhar. Sei que o fiz. Os meus amigos e colegas das artes e da cultura popular,
sempre que me procuraram teve um atendimento de excelência e respeito, não
tenho modéstia de dizer, atendimento este antes era dado apenas a pessoas influentes
e pseudo poderosas. Para mim, qualquer cidadão que me procurasse e que a mim
fosse indicado, fiz o melhor que estava ao meu alcance, independentemente da
relação que tivesse com o governo, com a instituição e claro, comigo. Esse é o
dever de quem quer que ocupe esses espaços. Afinal, não passamos de funcionários
pagos com os exorbitantes impostos arrecadados através do nosso suor cidadão.
Tive belas
e grandes descobertas ao que foi realizado e no que se diz respeito aos meus
amigos companheiros de trabalhos. Acho que deixo alguma lição útil também.
Alguns acham
que estou saindo dessa gestão, com interesses políticos. Partidários, garanto
que não. Artísticos, sempre. Preciso de dedicar-me exclusivamente a um projeto
onde fui idealizador e ao longo do caminho envolvi pessoas que amo nele. Preciso
de firmar esse compromisso com essas pessoas e comigo também que no ano passado
abdiquei de noites sem dormir e mais o tempo que me restasse para que fosse possível
realizar um trabalho artístico onde eu tivesse envolvido com excelência. Apresentar
um novo conceito no cenário artístico teatral do RN, apostar na juventude como
elo transformador da nossa sociedade.
A minha
parceria permanece com a professora Isaura, onde quer que ela esteja. A
confiança em mim e a “cara de pau” para que eu esteja e seja quem eu sou e onde
estou (hoje muito mais respeitado) só agradeço a ela. Queria muito concluir o
ciclo (missão) em dezembro, mas a arte me chama. Sei que é loucura minha, mas
também sei que não estava fazendo um bom trabalho institucional e nem estava
respondendo à altura ao meu próprio trabalho e os meus sonhos. Então, sei que
optei pelo certo. Não se pode ter todo, mas podemos está bem em tudo. E é isso
que eu quero. Num futuro não muito longe, ser reconhecido por tudo o que eu
planto. Sei que não planto tempestade, mas pezinhos de sorriso e plantinhas de
humanidade. Isso eu deixo por onde passo e mais uma vez foi assim na Fundação José
Augusto. Meu muito obrigado, pelo que eu realizei. Minhas desculpas pelo que
não foi possível realizar, minhas lamentações pelo que não realizei, pois o
corpo e a mente também têm limites, pelas vezes que fui inconveniente, podem
ter certeza, foi pelo bem da instituição. Mas acima de tudo, sei que a FJA,
nunca mais será a mesma e que se pessoas com o meu espírito não a ocuparem, as
coisas não funcionarão. Deixo o meu legado. Mas o que carrego, isto não tem
preço. Há semanas que pretendo dizer algo sobre isto, mas só agora sei que
posso dizer. Pois encontrei maturidade e primordialmente serenidade para seguir
em frente, tendo a certeza que preciso olhar pra frente, mas com muito orgulho
caso, queira ou precise olhar pra traz.
17 de mai. de 2014
28 de abr. de 2014
14 de fev. de 2014
10 Motivos Para Namorar um Palhaço
Para curar a minha frustração de não ter achado essa busca no Google, resolvi, eu mesmo escrever os 10 motivos para não querer largar de um palhaço nunca mais:
1. Vocês quando se casarem vão ter uma
casinha muito divertida.
2.
Ele (a) nunca te trairá, pois não tem
tempo de arrumar outra (o) namorada (o). É preciso se exercitar muito.
3.
Vocês conhecerão lugares nunca
imaginados em conhecer.
4.
Vocês não vão enjoar um do outro, afinal,
Os Palhaços são sempre surpreendentes.
5.
Você nunca terá dúvidas sobre as
coisas mais divertidas
6.
Ele (a) te amará muito, pois sempre
viverá desgostoso com a política cultural.
7.
Você sempre irá se surpreender com
ele (a) em receber belíssimos presentes feitos a mão por ele (a).
8.
A chance de ter um jantar romântico em
um lugar inusitado sempre será possível!
9.
Por eles serem sensíveis demais, você
sempre terá o controle.
10. É sempre bom ter uma pessoa que te arranque um riso, mesmo que nos
momentos mais difíceis. E que encha de alegria o seu coração.
Agora é passado:
Só lembrando:
12 de dez. de 2013
Confira o resultado do Fundo de Incentivo à Cultura (FIC 2013)
Foram 14 projetos aprovados com o teto de R$ 30 mil, dentro de um orçamento de R$ 400 mil
Por Sergio Vilar
O esperado resultado do Fundo de Incentivo à Cultura (FIC 2013) foi publicado no Diário Oficial do Município. O plenário do Conselho Municipal de Cultura de Natal aprovou 14 projetos, que serão beneficiados com a distribuição da verba orçada em R$ 400 mil, com o teto d R$ 30 mil.
O edital foi publicado no último 8 de outubro. Os projetos inscritos foram avaliados pelos membros da Comissão Municipal de Cultura, formado pelos músicos Chico Bethoven e Paulo Sarkis, pelo artista plástico Novenil Barros e Venâncio Pinheiro, e pelo produtor Péricles Filgueira.
Quanto aos 29 projetos aprovados e à espera do pagamento do FIC-2010, ainda na gestão Micarla de Sousa, a assessoria da Funcarte informou que esse processo, tais quais outras dívidas deixadas pela última gestão, foram judicializados e esperam aval do Tribunal de Contas para o pagamento.
Cada proponente pode inscrever até quatro projetos, nas áreas de artes cênicas, artes visuais, audiovisual, música, patrimônio material e imaterial, literatura, livro leitura e bibliotecas, artesanato, artes integradas e empreendedorismo cultural.
Segue a relação dos contemplados:
- Proponente: Luiz Antônio Dias Borges
Nome do Projeto: Lugar de Lixo é no Lixo
Valor: R$ 30.000,00
- Proponente: Carlos Alberto Julião de Oliveira
Nome do Projeto: Sambalelê – Oficina de figurinos e adereços de Carnaval
Valor: R$ 26.834,50
- Proponente: Mary Stella da Costa Bezerril
Nome do Projeto: Serestas ao Luar
Valor: R$ 30.000,00
- Proponente: Wecsley da Cunha
Nome do Projeto: Chico Cobra e Lazarino
Valor: R$ 30.000,00
- Proponente: Luiz Felipe Ferreira da Rocha
Nome do Projeto: Aviva Social
Valor: R$ 30.000,00
- Pablo Pinheiro
Nome do Projeto: Construindo novos olhares: quando a imagem fala e representa
Valor: R$ 29.994,24
- Proponente: Diana Xavier Coelho
Nome do Projeto: Capacitação Audiovisual em Mãe Luíza
Valor: R$ 27.894,42
- Proponente: Galeria Zoon de Fotografia
Nome do Projeto: Zoon Galeria Móvel
Valor: R$ 30.000,00
- Proponente: Cassiano Pontes da Silva
Nome do Projeto: Grupo de Idosos Maria Alves da Costa – Boi de Reis do Bom Pastor
Valor: R$ 30.000,00
- Proponente: Severino dos Ramos Duarte
Nome do Projeto: O Samba da Minha Terra – Centenário de Dorival Caymmi
Valor: R$ 30.000,00
- Proponente: Green Point Assessoria Ltda
Nome do Projeto: Cores do Nosso Samba – Roda de Samba
Valor: R$ 30.000,00
- Proponente: José Barbosa Neto
Nome do Projeto: Espetáculo Bordeline
Valor: R$ 29.387,42
- Proponente: José Antônio Martins Neto
Nome do Projeto: Itajubá – Memorial & Espaço Cultural
Valor: R$ 29.960,00
- Proponente: Anderson Foca
Nome do Projeto: Pensando Música – Palestras e Debates sobre a música potiguar
Valor: R$ 18.024,42
11 de dez. de 2013
Usuário de ônibus vamos dar um basta!!!!
Pronto! Chega!!!!
Comprei a briga!
Há algum
tempo que eu estou me planejando escrever sobre esse assunto. Mas o estopim explodiu.
Neste domingo 08/12/13 saímos minha filha e eu para um passeio e com faz tempo
que não tenho carro, claro, fomos de buzão. Tudo bem, no nosso passeio. Íamos a
uma confraternização dos meus amigos do colégio e resolvemos passar num
supermercado em outro bairro para seguirmos o nosso passeio. A história vai
começar mesmo agora:
Eu tenho
aquele cartão PASSE FÁCIL do SETURN, que no normal é para dar direito ao
serviço de integração, que falarei ainda aqui. Pois bem: Se eu pago adiantado
por um serviço, significa dizer que quero usufruí-lo dele. Recapitulando: Quando
a minha filha e eu passamos tranquilamente no primeiro ônibus e no segundo, mas
o nosso trajeto nos pedia um terceiro ônibus para chegarmos ao local da festa e
como eu estava pagando a minha passagem e a dela, no terceiro ônibus o meu
cartão começou a ter defeito e a maquineta começou a informar o seguinte texto:
USO RESTRITO. Beirando a situações constrangedoras. Pois, se o meu cartão
estava recarregado com uma boa quantia em dinheiro, estava eu tranquilo. E
mais: era uma coisa que nem o motorista sabia informar (já que o mesmo tinha
que dirigir e cobrador, faz tempo que a maioria dos ônibus não têm).
Estive no
SETURN na segunda feira e disse um mundo de desaforo para a pobre da
funcionária que me atendeu (claro que não disse mentiras nem a desrespeitei) e
foi quando eu fiquei sabendo que o meu cartão havia sido bloqueado, pois agora
nós que pagamos para ter esse maldito desserviço temos o cúmulo da restrição de
quatro passagens por dia. Pois bem: você paga adiantado para o SETURN decidir
que você só tem direito a pegar quatro ônibus por dia.
Outros absurdos
que venho protelando a escrever sobre essa gang da cidade:
1 – É um absurdo você só ter
direito ao uso da integração dos ônibus a partir de 10 minutos. A noite, como é
o meu caso jamais ficarei arriscando a minha vida e ou a sorte para poder dar o
tempo para esperar o ônibus certo;
2
– Nos Feriados as passagens nestes cartões não são cobradas apenas 50% como é
de direito;
3
– E com o trânsito caótico de Natal, quem consegue ter a sorte de chegar num
ponto de integração e ter a sorte de pegar um ônibus tudo em menos de uma hora?
4
– Eu não sei quem são esses escrotos que são donos dessa gang chamada SETURN,
porém eles estão usando a nossa cidade em benefício próprio, explorando nós
pobres mortais usuários do transporte público, os trabalhadores rodoviários que
de tão massacrados nos fazem de passageiros à vítimas.
Vamos
fazer essa SETURN ir à falência!!!! Antes que seja a nossa vez!!!!
20 de nov. de 2013
9 de nov. de 2013
Não Há Vagas!!!
Não há vagas
O preço do feijão
não cabe no poema. O preço
do arroz
não cabe no poema.
Não cabem no poema o gás
a luz o telefone
a sonegação
do leite
da carne
do açúcar
do pão.
O funcionário público
não cabe no poema
com seu salário de fome
sua vida fechada
em arquivos.
Como não cabe no poema
o operário
que esmerila seu dia de aço
e carvão
nas oficinas escuras
– porque o poema, senhores,
está fechado: “não há vagas”
Só cabe no poema
o homem sem estômago
a mulher de nuvens
a fruta sem preço
O poema, senhores,
não fede
nem cheira.
27 de out. de 2013
17 de out. de 2013
Poéticas Ensolaradas
O evento é uma proposta de vivência artística-cultural que acontecerá uma vez ao mês no Solar Bela Vista, esta PRIMEIRA EDIÇÃO ESTÁ PROGRAMADA PARA O DIA 19 de Outubro de 2013. Vai rolar show d'Os Poetas Elétricos!
Toda programação é gratuita e aberta ao público.
Sábado, dia 19 de Outubro
15h: Abertura da Feira Cultural [Camelô 2.0]
16h: Vernissage da Exposição Coletiva de Poemas [Poéticas Ensolaradas]
17h: Conversas Infinitas [Debate coletivo: “Poesia e expressões artísticas, modos de observar e refletir o mundo”]
19h: Show da banda Os Poetas Elétricos
Toda programação é gratuita e aberta ao público.
Sábado, dia 19 de Outubro
15h: Abertura da Feira Cultural [Camelô 2.0]
16h: Vernissage da Exposição Coletiva de Poemas [Poéticas Ensolaradas]
17h: Conversas Infinitas [Debate coletivo: “Poesia e expressões artísticas, modos de observar e refletir o mundo”]
19h: Show da banda Os Poetas Elétricos
8 de out. de 2013
7 de out. de 2013
SAUDAÇÕES AOS ORIXÁS E ENTIDADES
- Epa epa Babá! (yorubá)
Epa epa(exclamação de surpresa, grande admiração pela honrosa presença); Babá (pai)
Epa epa(exclamação de surpresa, grande admiração pela honrosa presença); Babá (pai)
Omulu/Obaluaie - Atoto! (yorubá)
Atoto (Silêncio) – Silêncio! Ele está entre nós!
Atoto (Silêncio) – Silêncio! Ele está entre nós!
Oxóssi - Okê arô! (yorubá)
Okê (monte); arô (título honroso dado aos caçadores) – Salve o grande Caçador!
Okê (monte); arô (título honroso dado aos caçadores) – Salve o grande Caçador!
Oxum - Ora iê iê ô ! (yorubá)
Salve a Senhora da bondade!
Salve a Senhora da bondade!
Ogum - Patakori Ogun! (yorubá) ou ainda, Ogunhê! (brado que representa o força de Ogun) pàtàki (principal); ori (cabeça) – Muita honra em ter o mais importante dignitário do Ser Supremo em minha cabeça!
Yemanjá - Odô-fe-iaba! (yorubá) ou ainda, Odô iá!
Odô (rio); fe (amada); iyàagba (senhora) – Amada Senhora do Rio (das águas) !
Odô (rio); fe (amada); iyàagba (senhora) – Amada Senhora do Rio (das águas) !
Xangô - Kawô Kabiecile! (yorubá)
Ká (permita-nos); wô (olhar para); Ka biyê si (Sua Alteza Real); le (complemento de cumprimento a um chefe) – Permita-nos olhar para Vossa Alteza Real!
Ká (permita-nos); wô (olhar para); Ka biyê si (Sua Alteza Real); le (complemento de cumprimento a um chefe) – Permita-nos olhar para Vossa Alteza Real!
Iansã - Eparrê Oiá! (yorubá)
Eparrê (saudação a um dos raios do Orixá da decisão); Oyá (nome por que é conhecida Iansã) – Saudação aos majestosos ventos de Oyá!
Eparrê (saudação a um dos raios do Orixá da decisão); Oyá (nome por que é conhecida Iansã) – Saudação aos majestosos ventos de Oyá!
Ibêji - Oni Beijada! (yorubá) ou ainda, Beji, Beijada!
Ele é dois!
Ele é dois!
Nanã - Saluba Nanã! (yorubá)
Salve a Senhora Mãe de todas as Mães
Salve a Senhora Mãe de todas as Mães
Ossaim - Euê-ô! Euê-ô! Euê-ô! (yorubá)
Ewe (folhas); O (sufixo para cumprimentos (salve) – “Salve as folhas!” ,ou melhor “Salve o Senhor das folhas!”
Ewe (folhas); O (sufixo para cumprimentos (salve) – “Salve as folhas!” ,ou melhor “Salve o Senhor das folhas!”
Preto Velho - Adorei as Almas!
Caboclo - Okê, Caboclo!
“Salve o Grande Caboclo”
“Salve o Grande Caboclo”
Boiadeiro - Xetro marrumbaxetro! Xetruá!
Significação desconhecida. Figuração onomatopéica.
Significação desconhecida. Figuração onomatopéica.
Exú - Laroyê exú! (yorubá) ou ainda, Exú é mojubá!
“Saudação amiga à Exú” ; móju (viver à noite) bá (armar emboscada) - “Exú gosta de viver a noite, sempre capaz de armar emboscadas”.
“Saudação amiga à Exú” ; móju (viver à noite) bá (armar emboscada) - “Exú gosta de viver a noite, sempre capaz de armar emboscadas”.
Crianças - Oni, beijada!
“Ele é dois!” , saudação igual a dos orixás Ibeji.
“Ele é dois!” , saudação igual a dos orixás Ibeji.
Ciganos - Arriba!
Malandros - Salve a Malandragem ! ou ainda, Acosta! Malandro!
18 de set. de 2013
Santo de Casa faz milagre sim!!!!
Nós na Tela conta histórias do RN
Mostra de Audiovisual Nós na Tela será realiza\da no período de 23 a 25 de setembro, no teatro de Cultura Popular. Os filmes exibidos foram produzidos por alunos das oficinas realizadas pelo interior do Estado desde 2008, sob a coordenação de Geraldo Cavalcanti.
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| Coletivo Nós na Tela ministra oficinas de cinema por todo o Rio Grande do Norte |
Imagine você se transformar em ator, roteirista, produtor ou diretor de cinema de uma hora para a outra. O Coletivo Nós na Tela trabalha com essa perspectiva em cidades do interior do RN, desde 2008, em parceria com Secretaria Extraordinária de Cultura do RN, via patrocínio do BNB e BNDES. Através de cursos que beneficiaram diretamente 200 pessoas, em 30 cidades, foram produzidos curtas que serão exibidos na mostra Nós na Tela, no período de 23 a 25 de setembro, a partir das 19h, no Teatro de Cultura Popular. A entrada é gratuita.
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| Barbearia se torna locação para filme gravado em Alexandria |
Coordenador pelo cineasta Geraldo Cavalcanti, com direção de arte de Guaraci Gabriel, oficinas de interpretação por Silbene Sil, além de outros profissionais, a equipe já visitou cerca de 30 cidades, beneficiando diretamente 200 pessoas, e indiretamente todas as comunidades. “O Nós na Tela é um coletivo de profissionais ligados ao audiovisual. Nas oficinas, participamos mais intensamente do dia a dia de pessoas que sequer sonhavam em atuar no cinema”, explica Geraldo.
Os filmes exibidos começam por Belísssima, realizado em Caicó na primeira leva do projeto, em 2008, e os demais foram produzidos a partir de 2010 (ver programação abaixo). A cada oficina, os alunos – de faixas etárias e graus de instrução variados – surgem os trabalhos baseados em argumentos que recontam histórias e “causos” dos lugares percorridos. “Estamos muito orgulhosos com o resultado das oficinas, porque as pessoas não se imaginam capazes de participar do processo de elaboração e produção de um filme”, destaca Geraldo.
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| Vaqueiro, um dos tipos retratados nos filmes do Nós na Tela |
As ações contribuem para melhorar a auto-estima das pessoas, que vêem suas histórias recontadas na tela. “A gente percebe como tem gente com intuição e sensibilidade”, frisa. Mantendo o objetivo de levar o cinema a quem nunca se permitiu sonhar enm realizar filmes, o Coletivo Nós na Tela ultrapassa as fronteiras do do RN, através de ideias compartilhadas em eventos internacionais. Geraldo conta que realizou uma ação no Ceduc em que reeducandos foram convidados a fazer desenhos sobre o que é liberdade.
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| Geraldo Cavalcanti (de óculos) é o idealizador do Nós na Tela |
As ilustrações foram impressas emn camisetas e presenteadas a cineastas. “Teve uma repercussão tão boa que fomos convidados a ir para Nova York conhecer a Ghetto Film School, escola idealizada pelos cineastas Spike Lee e Danny Boyle”, disse. A equipe do Nós na Tela é formada por Geraldo Cavalcanti (direção), Guaraci Gabriel (direção de arte), Silbene Sil (interpretação), Nilson Eloy (áudio), Suerda Morais (edição), Gidiel Freire (exibição), Raniere Fernandes e Amanda Oliveira (produção).
Serviço:
Curta Nós na Tela – Mostra de Audiovisual – 23 a 25/09, a partir das 19h30. Teatro de Cultura Popular (R., Jundiaí, 641. Tirol). Tel.: (84) 3232-5307. Entrada franca.
Programação:
Dia 23/09 - Filmes: Os Causos de Tomás Cabé (Docudrama/12min/São Tomé/RN), Belíssima (Docudrama/10min/Caicó-RN), Esquizofrenia (Suspense/21min/São José do Mipibu-RN).
Dia 24/09 - Filmes: Lendas do Catu (Docudrama/22min/Goianinha-RN) e O Reencontro (Drama/26min/Jardim do Seridó-RN).
Dia 25/09 - Filme: Em Família (Drama/44min/São José de Campestre-RN).
14 de set. de 2013
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