27 de set. de 2011

JULGAMENTO DA VELHINHA

Juiz: Qual sua idade? 
Velhinha: 
Tenho 86 anos. 

Juiz: 
A senhora pode nos dizer com suas próprias palavras o que lhe aconteceu no dia 1º de abril do ano passado??? 

Velhinha: 
Claro, doutor. Eu estava sentada no balanço de minha varanda, num fim-de-tarde suave de outono, quando um jovem sorrateiramente senta-se ao meu lado. 

Juiz: 
Você o conhecia? 

Velhinha: 
Não, mas ele foi muito amigável... 

Juiz: 
O que aconteceu depois? 

Velhinha: 
Depois de um bate-papo delicioso, ele começou a acariciar minha coxa. 

Juiz: 
A senhora o deteve? 

Velhinha: 
Não. 

Juiz: 
Por que não? 

Velhinha: 
Foi agradável. Ninguém nunca mais havia feito isto comigo desde que meu Ariovaldo faleceu, há 30 anos. 

Juiz: 
O que aconteceu depois? 

Velhinha: 
Acredito que pelo fato de não tê-lo detido, ele começou a acariciar meus seios. 

Juiz: 
A senhora o deteve então? 

Velhinha: 
Mas claro que não, doutor... 

Juiz: 
Por que não? 

Velhinha: 
Porque, Meritíssimo, ele me fez sentir viva e excitada. Não me sentia assim há anos! 

Juiz: 
O que aconteceu depois? 

Velhinha: 
Ora Sr. Juiz, o que poderia uma mulher de verdade, ardendo em chamas, já de noitinha, diante de um jovem ávido por amor? Estávamos à sós, e abrindo as pernas suavemente, disse-lhe: Me possua, rapaz! 

Juiz: 
E ele a possuiu? 

Velhinha: 
Não. Ele gritou: 1º de abriiiiiiiiiiiiiiiiillllllll! Foi aí que eu dei um tiro no filho da puta!! 

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Rasgue o verbo!!!